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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Você acha a Terra grande ? Se enganou !

Observe esse vídeo, ele mostra comparações entre planetas e estrelas ! Se for possível, entenda o fim também, é em inglês, mas vou explicar tudo em baixo do vídeo ! Agora, assista :


Vamos Falar Sobre...
Tamanho

Como são grandes os objetos no universo, e qual o maior tamanho que eles podem obter ?
Aproveite a seguinte comparação, começando com um objeto bem grande ou a nossa lua.

Lua da Terra 
Mercúrio 
Marte 
Vênus 
Terra (Você está aqui) 
Netuno 
Saturno (Sem anéis) 
Júpiter  

< Planetas | Estrelas > 

O Sol (A nossa estrela) 
Sirius A
Pollux (Gigante Laranja)
Arcturus (Gigante Vermelha)
Aldebaran (Gigante Vermelha)
Riget (Super-gigante Azul)
Pistol Star (Hiper-Gigante Azul)
Antares A (Super-Gigante Vermelha)
Mu Cephei (Super-Gigante Vermelha)
Vy Canis Maioris (Hiper-Gigante Vermelha) (Conheça a Maior Estrela)

Tamanho da Terra >

Esta estrela tem um diâmetro de cerca de :
2.800.000.000 km
Você pode imaginar esse tamanho ?

Pense num avião cheio de passageiros voando ao longo da superfície desta estrela a 900 km/h...
Seria necessário 1100 anos...
Para completar um círculo uma vez.

No entanto é um pontinho minúsculo comparado entre várias centenas de bilhões de estrelas que formam nossa galáxia.
E a cem bilhões de galáxias lá fora!

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gliese 581 g : A Super Terra



O Gliese 581g é um dos seis planetas do sistema em torno da estrela Gliese 581 (uma anã vermelha, que fica na Constelação da Balança), tem uma massa três vezes superior à da Terra e parece ser rochoso. Orbita a sua estrela a uma distância que o coloca dentro da chamada “zona habitável”, onde a água poderá existir em estado líquido à superfície do planeta. E tem um diâmetro 1,2 a 1,4 vezes superior ao da Terra, portanto terá gravidade suficiente para conseguir reter a sua atmosfera.

A descoberta, que resulta de 11 anos de observações, foi feita por cientistas da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, e do Instituto Carnegie, em Washington. Foi anunciada esta madrugada em comunicado de imprensa, e colocada online, no site de publicação de artigos de investigação da área da física arXiv.org, mas será também publicada na revista científica “Astrophysical Journal”.

Para os astrofísicos, um planeta “potencialmente habitável” é aquele que pode sustentar vida – não necessariamente um que os humanos considerem bom para se viver. Este fica bem no meio da zona habitável do sistema solar – onde não fica demasiado quente nem demasiado frio, onde pode haver rios e oceanos à superfície.

Mas um ano em Gliese 581g dura apenas 37 dias – é este o tempo que leva a completar uma volta à sua estrela. E mostra sempre a mesma cara à estrela, como a Lua faz com a Terra. Assim, no lado do planeta virado para o Sol é sempre dia e no que fica na obscuridade – a noite é eterna.
As temperaturas à superfície oscilam, por isso, entre o calor escaldante e o frio de enregelar – mas a temperatura média é negativa: -31 a -12 graus Célsius, diz um comunicado de imprensa da Universidade da Califórnia em Santa Cruz. Mas, como terá atmosfera, poderá ter um efeito de estufa capaz de harmonizar melhor as condições na superfície.

No entanto, o local mais confortável do planeta seria a zona de transição entre a obscuridade e a luz, onde as temperaturas seriam mais amenas, dizem os cientistas. Mas o facto de o planeta estar dividido em duas zonas claramente definidas e estáveis pode ser uma vantagem para que surja a vida.“Quaisquer formas de vida que surgissem no planeta teriam uma grande variedade de climas estáveis para evoluir, dependendo da longitude em que se encontrassem”, comentou Steven Vogt, um dos coordenadores da equipa.
Talvez o mais interessante desta descoberta é o que traz em termos de implicações sobre a probabilidade de as estrelas terem pelo menos um planeta habitável na sua órbita. Dado o número relativamente pequeno de estrelas monitorizado pelos astrónomos caçadores de planetas, esta descoberta aconteceu relativamente depressa: se os planetas habitáveis são raros, diz Vogt, “não devíamos ter achado um tão depressa, e tão perto de nós.”




A conclusão dele é optimista: “O número de sistemas solares com planetas potencialmente habitáveis é, provavelmente, da ordem dos 10 ou 20 por cento. Quando se multiplica isto pelas centenas de milhares de milhões de estrelas da Via Láctea, obtemos um número gigantesco. Pode haver dezenas de milhares de milhões de sistemas solares com planetas habitáveis na nossa galáxia.”
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